Mostrando postagens com marcador Os Tudor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Os Tudor. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

20 Curiosidades sobre o Período Tudor


*O texto pertence à Camila Maréga e foi retirado de um grupo sobre a Dinastia Tudor.

1- A Inglaterra no reinado de Elizabeth I, estava longe de ser uma potência européia. Ela só virou potência após o final do século XVII. 

2- Maria I em sua juventude, fora considerada muito bela. Após os anos e com vários males de saúde, naturalmente fora ficando menos bonita, assim como Elizabeth I, que no fim de sua vida, contava com descrições suas nada elogiosas, feitas por embaixadores estrangeiros e cortesãos.

3- O período Tudor não é só sobre Ana Bolena e Elizabeth I. Sinto dizer...

4- Ana Bolena não é a única esposa de Henrique VIII e nem a mais importante (pois esse tipo de classificação, sequer deveria ser feita). Sinto muito²...

5- A Armada Espanhola não foi derrotada graças aos ingleses e sim, graças a uma infinidade de fatalidades, entre elas, o clima.
Uma medalha inglesa cunhada na época para homenagear à vitória, dizia: ''Deus soprou e eles foram dispersos”. Filipe II não culpou os espanhóis pela derrota, ele mesmo disse: ”Eu te mandei para a guerra contra homens e não contra ventos e ondas”.

6- Maria I era tão sanguinária quanto Elizabeth I ou qualquer monarca de seu período. Em seu reinado, Henrique VIII executou cerca de 70 mil pessoas, e Maria, cerca de 200 pessoas (número bem próximo ao de Elizabeth I).

7- Henrique VIII só foi considerado obeso e pouco atraente, no final de sua vida. Antes disso, ele tinha a fama de ser um dos mais belos príncipes da Europa. Com quase 1.90 de altura, bela voz, porte atlético, cabelos ruivos, pele clara e olhos azuis, ele destacava-se por onde passava.

8 - Henrique VII não era um monarca avarento. Ele era um monarca do pós-guerra, portanto, enfrentando contenção de gastos e choque nos cofres reais. Registros das contas reais de seu reinado, mostram que ele era um monarca que preocupava-se com seus súditos e família. Sua esposa inclusive, fazia altas doações em dinheiro, para vários conventos e plebeus.

9- Henrique VIII não rompeu com Roma apenas para desposar Ana Bolena, existiam inúmeros conflitos entre a Inglaterra e a igreja, desde meados do século XIV.

10- Henrique VIII nunca falou que Ana de Cleves não era parecida com seu retrato, ou que ela era feia. Escritores e pesquisadores posteriores sugeriram isso. Ela foi considerada uma mulher bonita, que faria sucesso na indústria do casamento. Henrique VIII nunca criticou Holbein quanto a veracidade de seu retrato e sim, seus embaixadores, por realizarem um casamento que ele não desejava.

11- Eduardo VI e Maria I, não foram adoentados. Em um modo geral, foram muito saudáveis, até serem acometidos por males no fim de suas vidas; todos estavam sujeitos a isso.

12 - Elizabeth I tinha registros médicos muito mais extensos que os de seus irmãos, sofrendo frequentemente de gastrites, inchaços corporais, falta de fome e sono, crises de ansiedade, alterações de humor e etc.

13- Antes de ficar conhecido por ser um católico fervoroso (boato espalhado especialmente por protestantes), Thomas More foi um dos maiores pensadores de seu período e grande amigo de Erasmo de Rotterdam.

14- A propaganda da Era de Ouro Tudor, não surgiu no reinado de Elizabeth I, e sim no de Henrique VII, para comemorar o fim da guerra dos primos, também conhecida como Guerra das Rosas. Elizabeth apenas apropriou-se de tal propaganda, como sempre fazia. 

15 - O casamento de Henrique com Jane Seymour, foi um sintoma e produto da queda de Ana, e não sua causa.

16 - Henrique VIII era reformador político e não ideológico. Ele morreu do mesmo modo que viveu: sendo um católico.

17 - Eduardo VI era considerado muito inteligente e um político nato, muito diferente do garoto doente e incapaz de reinar, que pintam por aí. 

18 - Ricardo III não fora um monarca tirano e cruel como muitos amam falar. Contas do período mostram que ele preocupava-se com sua esposa e família. Não há registros que ele tenha se envolvido com sua sobrinha, Elizabeth de York, ou provas concretas de que ele tenha matado seus sobrinhos. Existem apenas conjectura, uma vez que não sabe-se quem foi/foram o(s) verdadeiro(s) assassino(s)

19 - A ÚNICA esposa de Henrique VIII com comprovados ideais protestantes, foi Catarina Parr. Ao morrer, segundo sua vontade, seu funeral foi realizado de acordo com os ritos protestantes. Este seria o primeiro funeral protestante realizado em solo Inglês.

20 - Ana de Cleves não era ''Égua de Flanders'', apelido popularizado no Brasil como ''cara de cavalo''. Tal apelido é apócrifo. O termo “Flanders Mare”, ou égua de Flanders, foi um apelido criado por um cronista em meados do século XVII; o próprio Henrique VIII, nunca referiu-se à Ana de tal modo. O responsável por tal infame apelido, o Bispo Gilbert Burnet, (nascido em 1643) nunca conheceu Ana em vida, tampouco Henrique VIII.

domingo, 10 de abril de 2016

[Livros] Wolf Hall - Hilary Mantel




Um dos períodos mais fascinantes da história da Inglaterra, a dinastia dos Tudor — e em especial o reinado do tirano Henrique VIII — é também um dos mais retratados pela literatura e o cinema. Autora de A sombra da guilhotina, considerada a mais perfeita obra de ficção sobre a Revolução Francesa, a escritora britânica Hilary Mantel prova, no entanto, que o tema está longe de ter se esgotado, em seu aclamado romance histórico WOLF HALL. Grande vencedor do Man Booker Prize, o mais prestigiado prêmio literário britânico, em 2009, o livro foi unanimidade de crítica nos Estados Unidos e na Inglaterra ao mostrar um novo ângulo da corte de Henrique VIII pelos olhos de uma dos mais controversos e misteriosos personagens daquela época: o conselheiro real Thomas Cromwell.

A Inglaterra da década de 1520 está a um passo do desastre. Se o rei morrer sem um herdeiro, o país poderá ser consumido em guerra civil. Henrique VIII deseja anular seu casamento de vinte anos e desposar Ana Bolena. O papa e a maior parte da Europa se opõem a ele. A saga em busca da liberdade do rei destrói seu conselheiro, o brilhante Cardeal Wolsey, e deixa um vácuo de poder e um beco sem saída. 

É neste impasse que entra Thomas Cromwell. Filho de um brutal ferreiro, um gênio político, subornador, rufião e sedutor, Cromwell rompeu todas as regras de uma sociedade rígida em sua ascensão ao poder, e se prepara para quebrar outras mais. Elevando-se do desastre pessoal — a perda de sua jovem família e de Wolsey, seu venerado empregador —, ele abre caminho habilidosamente através de uma corte em que “o homem é o lobo do homem”. Confrontando o parlamento, as instituições políticas e o papado, ele está pronto para remodelar a Inglaterra segundo seus próprios desejos, e os de Henrique VIII. 


Em seu estilo inimitável, Hilary Mantel apresenta a imagem de uma sociedade em formação e no vértice da mudança, na qual indivíduos confrontam ou aceitam seus destinos com paixão e coragem. Com uma vasta gama de personagens, transbordando de acontecimentos, Wolf Hall recria uma era em que a esfera pessoal e a política se separam por um fio, onde o sucesso acarreta poder ilimitado, mas um único erro pode significar a morte.

Idioma: Português 



segunda-feira, 28 de março de 2016

[Livros] A Princesa Leal (A Princesa Determinada) - Os Tudor - Philippa Gregory



No imaginário popular, Catarina de Aragão é vista como a rainha desprezada por Henrique VIII, a nobre trocada por Ana Bolena, plebéia da corte dos Tudor. Philippa Gregory, autora de A irmã de Ana Bolena, recria a infância e a juventude da infanta de Espanha. Criada no palácio de Alhambra, em Granada, Catarina fora prometida aos três anos de idade a Artur, príncipe de Gales. No entanto, a morte prematura do jovem após o casamento, fez com que Catarina se unisse a Henrique VIII, irmão mais novo de Artur. A partir de um dos episódios mais singulares da história inglesa, Phillipa Gregory nos oferece uma romance delicioso.



[Livros] O bobo da Rainha (A espiã da Rainha) - Os Tudor - Philippa Gregory



Hannah, uma jovem que possui o dom da vidência, ingressa na traiçoeira corte dos Tudor para espionar a princesa Mary, primeira filha de Henrique VIII, a pedido do ambicioso Robert Dudley. Dividida entre a paixão por Dudley e o seu dever, Hannah encontra em Mary uma mulher ardorosamente católica, cujo maior objetivo é restaurar a verdadeira fé do povo. Ao mesmo tempo, sua meia-irmã, a futura rainha Elizabeth, observa seus erros e reza por sua morte. Conforme a rivalidade entre as princesas se desenrola em um palco de conflitos e paixões, Hannah deve encontrar um caminho para atravessar uma época na qual professar a religião errada representava uma sentença mortal.

Idioma: Português de Portugal




[Livros] A irmã de Ana Bolena (Duas irmãs, um rei) - Os Tudor - Philippa Gregory



A história se passa na corte de Henrique VIII. Amor, sexo, ambição e intriga. "Duas Irmãs, Um Rei" apresenta uma mulher com uma determinação e um desejo extraordinários que viveu no coração da corte mais excitante e gloriosa da Europa e que sobreviveu ao seguir o seu próprio coração. Quando Maria Bolena, uma jovem inocente de catorze anos, vai para a corte, chama a atenção de Henrique VIII. Deslumbrada com o rei, Maria Bolena apaixona-se por ele e pelo seu papel crescente como rainha não oficial. Contudo, rapidamente se apercebe de que não passa de um peão nas jogadas ambiciosas da sua própria família. À medida que o interesse do rei começa a desvanecer-se, ela vê-se forçada a afastar-se e a dar lugar à sua melhor amiga e rival: sua irmã, Ana. Então Maria sabe que tem de desafiar a sua família e o seu rei, e abraçar o seu destino. 
"É bom ser rei, mas é ainda melhor ser Phillipa Gregory, a rainha da ficção." - USA Today "Este romance de leitura compulsiva é uma excelente narração da corte dos Tudor. Este é o romance histórico do ano." - The Daily Mail



Idioma: Português de Portugal

*Após a leitura, você pode assistir a adaptação cinematográfica que foi um grande sucesso aqui. 

terça-feira, 22 de março de 2016

[Livros] A Rainha Vermelha - Philippa Gregory (Guerra dos Primos #2)





Neste segundo volume da série Guerra dos Primos, a Inglaterra está prestes a enfrentar uma guerra civil. O rei, Henrique VI de Lancaster, apresenta os primeiros sinais de loucura, e a linhagem dos duques de York assume o trono. Herdeira da antiga casa real, cujo símbolo é uma rosa vermelha, Margaret Beaufort acredita que um grande destino a aguarda. 
Viúva aos 15 anos, ela decide dedicar sua vida solitária a pôr o filho, Henrique Tudor, no trono, e para isso estabelece alianças perigosas e lidera uma das maiores rebeliões de seu tempo. Um romance repleto de paixões e traição, A Rainha Vermelha traz de volta à vida a matriarca dos Tudor, uma mulher determinada que acredita que, sozinha, pode mudar o curso da história.

Formato: PDF


Próximo livro: A Senhora das Águas


domingo, 3 de janeiro de 2016

[Hoje na História] Morte de Catherine de Valois



Hoje, dia 03 de Janeiro é aniversário de morte de Catherine de Valois. Filha do rei Charles VI da França, mais conhecido como Charles, o Louco. Casou-se com Henry V, rei da Inglaterra em 2 de Junho de 1420, com quem teve apenas um filho, Henry VI, um dos protagonistas da Guerra das Rosas. Catherine foi rainha por um curto período de dois anos, pois Henry V faleceu de forma inesperada. Foi afastada da corte e casou-se com Owen Tudor em segredo, infringindo a lei, pois era proibida de se casar. Com Tudor, ela teve mais quatro filhos: Thomas Tudor (monge), Edmund Tudor (que se casou com Margaret Beaufort, com quem teve Henry Tudor, que, mais tarde, iniciaria a dinastia Tudor na Inglaterra), Jasper Tudor (Duque de Bedford) e Margaret Tudor. 
Seu falecimento se deu enquanto dava a luz à sua filha, em 03 de Janeiro de 1437, que também faleceu pouco tempo depois da mãe. Seus casamento e filhos foram considerados ilegítimos, mas Henry VI distribuiu títulos de nobreza entre os irmãos para elevá-los e legitimá-los. Catherine foi enterrada na Abadia de Westminster, mas no período da Dinastia Tudor, seus ossos ficaram expostos como exibição turística, sendo enterrados novamente apenas no período vitoriano. 



quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

[Filmes] The Other Boleyn Girl (2008)




Baseado em uma história real, o filme mostra duas irmãs, Ana (Natalie Portman) e Maria (Scarlett Johansson) Bolena que, conduzidas pela ambição da família e na busca pelo poder e status, se envolvem em um jogo, onde o amor e a atenção do Rei da Inglaterra são o objetivo. Jogadas na perigosa vida da corte, o que era para ser uma tentativa de ajuda à família, transforma-se em cruel rivalidade entre irmãs. A primeira que consegue a atenção do rei Henrique VIII, (Maria), engravida. Então a sua família traz de volta Ana, que estava na França como dama de companhia da Rainha e ela conquista o rei, até o seu final trágico. O filme é uma adaptação do romance de mesmo título da autora de romances históricos Philippa Gregory.